MÁGICO DE OZ

O Magico de OZ é uma técnica de MVP (Mínimo Produto Viável) utilizada em testes de produtos para economizar recursos de produção. Ao invés de esperar que o protótipo esteja funcional para realizar testes, um operador humano funciona
como computador (o Mágico de Oz), processando os resultados e posicionando as telas para o usuário.

O importante é não quebrar a ilusão de que se trata de um sistema funcional. A pessoa que funciona como Mágico de Oz deve treinar bastante para não se confundir com os comandos e respostas. Durante o  MVP do Mágico de Oz  aparentemente
para os usuários é o produto real, porém seu processo e suas funções são realizados de forma manual. Por esse motivo, a escalabilidade é limitada. 
Contudo, possibilita avaliar o custo do processo e como os usuários interagem com o produto.

O MVP do Mágico de Oz testa uma hipótese de solução específica, e não gera idéias, como é o caso do MVP Concierge. Também é importante notar que, com o MVP do Concierge, o usuário final está lidando com uma pessoa, enquanto o Mágico de Oz está completamente oculto. Portanto, as diferenças são inconfundíveis e o usuário precisa ter uma compreensão clara do objetivo pretendido de cada tipo de MVP.

Exemplo:

O aplicativo de identificação de músicas Shazam, começou com um número telefônico em que você ligava e colocava a música no microfone e depois recebia o nome dela via SMS. Hoje, o processo funciona dentro do aplicativo. 

Outro exemplo desse tipo de MVP é o aplicativo Easy Taxi, que começou como uma página web para as pessoas inserirem manualmente o endereço onde estavam. Assim, era gerado um e-mail para os sócios da empresa que, assim que o recebiam, ligavam para as cooperativas pedindo um táxi para aquele endereço. E assim começou a história de um dos melhores aplicativos de táxi do mundo: sem perdas de tempo, sem gastos e entregando muito valor para o cliente.

 

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